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Wearables é como são chamadas as tecnologias vestíveis, como os relógios inteligentes que podem controlar, dentre outras coisas, o batimento cardíaco de quem os utiliza. IA é a sigla para Inteligência Artificial e Big Data é a ciência que analisa um montante gigantesco de dados.

Sobretudo, quando aliamos esses três elementos em função da saúde temos resultados fantásticos. Um bom exemplo é o AliveCor, aparelho que cabe no bolso e mede ECG’s em tempo real. Portanto, o software analisa tanto o eletrocardiogramas feito na hora quanto o seu histórico em busca de anomalias.

O que Big Data entra nesse contexto justamente na análise das informações coletadas pelos dispositivos. Sempre, é possível, por exemplo, considerar o histórico de todos os seus familiares cujos dados estejam on-line para determinar quais as chances de você apresentar uma doença cardiovascular.

Atualmente, a maioria dos wearables podem ser classificados em cinco categorias:

  1. Monitoramento de saúde e do bem-estar , basicamente eles funcionam com sensores que ficam todo o tempo examinando os dados enviados fisiológicos em tempo real, que irão facilitar ainda mais as leituras para futuras intervenções médicas.
  2. Segurança supervisionada: estes dispositivos detectam desde possíveis ataques cardíacos, quedas e até mesmo convulsões. Com recursos que podem ser de simples alarmes até enviando mensagens para equipes de emergência.
  3. Reabilitação doméstica: combinada com recursos interativos de games e ambientes de realidade virtual, a tecnologia de sensores pode criar sistemas de feedback aumentado para facilitar reabilitações domésticas na fisioterapia, em pacientes com problemas cardíacos e idosos.
  4. Eficiência nas avaliações: permitem avaliar com precisão o desenvolvimento e a eficiência de exames ou terapias, rastreando as alterações fisiológicas causadas por doenças crônicas, bem como o progresso de tratamentos em bases contínuas.
  5. Prevenção com Detecção precoce: combinando sensores corporais e monitores de atividade, a tecnologia pode ser usada para prevenir e detectar sintomas e mudanças diversas no estado de saúde dos pacientes, efetivamente descobrindo doenças antes que elas se manifestem totalmente.

O mercado atual dos wearables e suas tendências

Pode-se afirmar que, segundo estudo recente, o número de wearables conectados ao redor do mundo saltará de 325 milhões (2016) para mais de 830 milhões em 2020. Mais que qualquer outra categoria de wearable, os dispositivos de pulso serão os mais comuns, com mais de 170 milhões de unidades vendidas só em 2020. Neste ano, a venda dos “relógios inteligentes” equivalerá a quase metade de todos os wearables distribuídos.

Confira os recursos e tratamentos com ajuda desta tecnologia

Para o tratamento do Câncer
Empresas grandes como a Nokia têm mostrado cada vez mais interesse em desenvolver wearables capazes de detectar diversos tipos de câncer em estágios iniciais, mesmo antes de exames clínicos mais aprofundados feitos por um médico. Apesar das pesquisas para que isso ocorra ainda estarem se desenvolvendo lentamente, descobertas nessa área aumentariam muito a taxa de sobrevivência e possibilidade de tratamento da doença.

Prevenção e controle de Diabetes
Desta mesma forma um estudo conduzido usando uma combinação de wearables e aprendizado automático concluiu que é possível prever o risco de diabetes antes dos testes clínicos, através do estudo de variações nos batimentos cardíacos. Os resultados sugerem que a tecnologia poderia assumir um papel importante na detecção e no diagnóstico da doença. O fato do aprendizado automático ocorrer via nuvem é um problema, mas no futuro espera-se que todos os cálculos e conclusões ocorram nos próprios dispositivos, oferecendo informação “ao vivo” para usuários.

Doenças do Coração
Se, a maioria dos wearables já vem equipada com tecnologia que permite aos operadores monitorar sua taxa de batimentos cardíacos, sendo alertados pelo aparelho sempre que uma mudança drástica ocorre. No entanto, institutos médicos hoje estão utilizando programas como o ResearchKit para executar estudos em larga escala para desenvolver wearables capazes de identificar doenças cardíacas, tal qual algo que não se descobre em exames de rotina.

Acompanhamento do Sono
Portando, Wearables como o Pebble Time registram automaticamente a que horas você vai dormir, as fases de sono e sono profundo, além das vezes em que você acorda durante a noite e quanto tempo você demora para cair no sono novamente. Sobretudo, outros aplicativos, como o Android Sleep App, permitem o diagnóstico de distúrbios do sono, alertam quando você está dormindo pouco e podem até mesmo dizer se você está roncando demais.

Sensibilidade pela Pele
Pela sua alta sensibilidade, a pele é o maior órgão do corpo humano, portanto é um dos indicadores de saúde mais nítidos. Ela sofre alterações de acordo com seu humor, seu nível de estresse e mudanças ambientais, e portanto exige atenção particular. Já existe uma tecnologia chamada de S-Skin consiste em uma micro-agulha e um dispositivo portátil que permitem analisar a pele e oferecer soluções, até mesmo sugerindo produtos específicos que você pode utilizar para melhorar a situação. Onde através de uma luz de LED, ele pode medir o grau de umidade, hidratação, vermelhidão ou melanina e salvar os dados no aplicativo, de forma que você possa acompanhar as mudanças.

S-Skin consiste em uma micro-agulha e um dispositivo portátil que permitem analisar a pele e oferecer soluções, até mesmo sugerindo produtos específicos que você pode utilizar para melhorar a situação. Através de uma luz de LED, ele pode medir o grau de umidade, hidratação, vermelhidão ou melanina e salvar os dados no aplicativo, de forma que você possa acompanhar as mudanças.

Inovação e Tecnologia da cura
No momento, os wearables mais genéricos (que funcionam como centros de notificação e incluem sensores de saúde) respondem pela maior parcela do mercado. No entanto, espera-se que no futuro estes consistirão na menor parte, com o aumento na popularidade dos wearables especializados. Com as empresas tendo cada vez acesso mais fácil ao aprendizado automático, o foco mudará para construir dispositivos capazes de prover insights e informações valiosas e úteis sobre mudanças específicas que podem ser feitas no estilo de vida de cada usuário.

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